Hoje o tema vai ser muito básico. Vamos falar dos dois grandes tipos de esfoliante: os mecânicos e os químicos e porque é que eu pessoalmente gosto mais de uns do que de outros. Se não sabem muito bem o que são os esfoliantes, para que servem e como se usam, leiam aqui o que escrevi há uns tempos.
Como já falamos aqui no site, os esfoliantes podem ser mecânicos ou químicos. Pegarmos num esfoliante e saber de que tipo é que ele é, é extremamente simples: os mecânicos têm partículas, maiores ou menores, que fazem fricção (ou seja, “arranham” levemente) e os químicos não as têm. Claro que há produtos que têm ambas as acções porque a indústria dos cosméticos gosta de nos confundir: um produto que seja esfoliante mas que vos pareça ter pouco granulado (as tais partículas), provavelmente tem uma acção química e mecânica. Não gosto deste último tipo de produtos porque acho que irritam muito a pele.
Geralmente os esfoliantes de corpo são mecânicos. Muitas pessoas gostam de sentir a acção das partículas no corpo ou então de usar luvas ou esponjas mais rígidas. Nos esfoliantes de corpo que realmente têm este granulado, os grânulos são sempre maiores e mais duros porque a pele não é tão fina como a do rosto e não costuma ser tão sensível. Os esfoliantes de rosto mecânicos geralmente têm partículas pequenas e muitas vezes partículas que acabam por se dissolver – isto também acontece em parte para tentar evitar que as pessoas esfoliem em demasia.
Já toda a gente ouviu falar dos peelings que se fazem no dermatologista e que parecem milagrosos. Estes são os esfoliantes químicos mais fortes de todos; são o extremo do espectro de esfoliantes químicos. Os esfoliantes químicos funcionam ajudando a dissolver o que une as células mortas umas às outras e as impede de caírem e de nos vermos livres delas ou então dissolvendo as células em si. Os peelings químicos são geralmente apresentados em forma de tónico ou tonificante ou de máscara. Os tónicos aplicam-se normalmente com um algodão e deixam-se secar, enquanto que as máscaras de aplicam com os dedos ou com um pincel igual aos de base e retiram-se depois de algum de tempo.
Fora a microdermabrasão, que é um processo de esfoliação mecânica, eu sou sempre a favor da esfoliação química para a pele do rosto e as minhas razões são simples: a esfoliação química não vai fazer com que qualquer borbulha que tenhamos possa rebentar e, consequentemente, infectar; a não ser que se use demasiado produto, um produto forte demais ou com demasiada frequência, é praticamente impossível esfoliar em demasia; a esfoliação é sempre da mesma intensidade já que se a esfoliação for mecânica, não há garantias de que vamos usar pressão igual todos os dias.
Então e vocês? O que preferem?










Eu só aprendo contigo, é impressionante. A bem dizer acho que nunca utilizei um esfoliante quimico. Mas agora fiquei com a ideia e vou experimentar!
Experimenta, sim! São a minha forma favorita, acho que dão resultados mais constantes, por assim dizer. Quanto a aprenderes… bem, isso é o maior elogio de sempre. Obrigada!*
Este sábado vou comprar depois digo-te alguma coisa